Você já se perguntou por que o mercado financeiro fica tão incomodado quando o governo começa a gastar demais? Bom, hoje vamos entender essa questão complexa de maneira simples e fácil!
Finanças e economia são assuntos que influenciam diretamente o nosso dia a dia, mas nem sempre entendemos todas as implicações. Vamos explorar um pouco mais sobre como tudo isso se conecta e o que significa quando “a conta sempre chega”.
Quando o Governo Gasta, Alguém Paga
Por que é um problema quando um governo gasta além do que pode? Um dos primeiros conceitos que devemos entender é que esses gastos podem levar a um aumento da dívida pública, que eventualmente precisa ser paga. A questão é: quem paga essa dívida?
- 39% do orçamento do país vai para o pagamento da dívida. Isso significa que, assim como pagamos juros no cartão de crédito, o país paga juros sobre o que deve. Em 2020, por exemplo, essa foi uma parcela significativa. E quem cobre isso? Nós, contribuintes, através de impostos.
Impactos no Orçamento
Darmos uma olhada em como o orçamento é distribuído pode trazer clareza:
- Auxílio Emergencial consumiu 8,29%.
- Previdência Social: bem considerável em 20,34%.
- E a Saúde? Apenas 4,26%. Surpreendente, não? Embora tivéssemos uma pandemia para cuidar…
Esses números mostram que, com orçamentos apertados por gastos em dívida, coisas importantes como saúde e educação acabam recebendo uma fatia bem menor do bolo.

Liberalismo Econômico e Seu Papel
Na perspectiva do liberalismo econômico, menos intervenção do governo na economia é geralmente preferida. Quanto mais o governo se endivida, menos recursos ficam disponíveis para investimentos produtivos que geram crescimento e empregos. Em vez disso:
- O dinheiro vai para o pagamento de juros, inibindo o crescimento econômico.
- Isso pode criar um efeito de crowding out, onde dinheiro que poderia ir para investimentos privados em empresas, por exemplo, assume fins menos produtivos.
Injeção de Dinheiro na Economia e as Consequências
Quando o governo “cria dinheiro”, seja pela impressão ou por métodos modernos como flexibilização quantitativa, há consequências. Imagine a economia como um copo de água disputado em uma sala lotada de pessoas sedentas:
- Se existia um único copo, o valor desse copo era alto.
- Ao criar mais copos de uma vez, o valor de cada copo reduz.
Essa é uma analogia para a diluição do valor do dinheiro com a inflação. Mais dinheiro em circulação pode significar maior inflação, onde o poder de compra cai.
Conclusão
Assim, cada vez que vemos gasto excessivo, precisamos lembrar que, mesmo que a percepção imediata seja popular para o governo, a conta sempre chega. E ela chega para todos nós, seja na forma de impostos mais altos, menor crescimento do PIB, ou carga tributária sufocante.
Agora é com você: como vai preparar suas finanças pessoais para lidar com aumentos inesperados? Tem investido de maneira eficaz?
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